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Richard D. King
(2001-02)
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Excelência na Missão do Rotary

   A edição de 15 de outubro de 2001 da revista Fortune, uma das mais lidas e respeitadas publicações de negócios, traz um artigo intitulado “Rotary numa encruzilhada – o que aconteceu à instituição que foi, uma vez, o Cadillac das organizações?” Todos os rotarianos deveriam ler a matéria em questão, desafiadora e instigante, que descreve a grandeza do Rotary, como se fora no passado. O autor usa afirmações como: “Se você estivesse no ano de 1950, você poderia garantir que o Rotary era o Cadillac das instituições comunitárias” e “Rotary... o mais antigo e, em tempos passados, o mais elitista...”
   Para que qualquer negócio tenha sucesso, é necessário que a administração fixe as metas e estabeleça um plano de ação. Da mesma forma, cada clube e distrito devem ter um objetivo e um plano estratégico para atingir esse objetivo. Os rotarianos devem ostentar a mesma competência, inteligência, entusiasmo e excelência para a Missão do Rotary – a Missão da Humanidade – com que desempenham suas atividades profissionais. Para entregar o produto do Rotary – que é o serviço – temos que estabelecer uma meta e elaborar um plano de ação.
   Para merecer a designação de Clube Distinguido ou de Presidente de Clube Distinguido, solicitamos aos rotarianos que aumentem o seu nível de engajamento e de produtividade, durante este ano. Pedimos aos clubes, por exemplo, que empreendam um novo projeto de serviço comunitário e um novo projeto internacional. Afinal de contas, o nosso produto é o serviço. Também desejamos dos clubes o alcance de dois objetivos, para melhorar a saúde interna da organização: reforçar a imagem pública do Rotary e trazer muitos novos – em especial jovens – sócios. No meu entendimento, torna-se absolutamente essencial que demonstremos que o “Cadillac das organizações” está crescendo, melhorando e se tornando cada vez mais relevante, à medida que entramos no século 21.
   Três etapas são necessárias para que um clube se torne mais produtivo na missão rotária:
   Primeira: a meta precisa ser fixada. Quantos sócios de qualidade irá o seu clube empossar neste ano rotário? Qual será o seu crescimento líquido? Muitas metas não são atingidas por serem difíceis, mas porque não foram fixadas desde o início;
   Segunda: qual o seu plano de ação para alcançar aquela meta? Não adianta simplesmente falar da meta; é indispensável ter um plano de ação e uma “chamada para ação”;
   O kit de Desenvolvimento do Quadro Social – publicação nº 916, disponível em 9 línguas – apresenta 19 sugestões para clubes e 20 motivos pelos quais alguém se poderia interessar pelo Rotary;
   Terceira: o clube precisa “trabalhar” o plano. A cada semana, os sócios deveriam anotar os seus progressos. O objetivo mínimo deste ano, com relação ao quadro social, é de um novo sócio por mês, em cada clube.
   Peço que o seu clube, ou talvez um grupo de clubes e seu distrito, coloquem informações ou anúncios em jornais e revistas locais, nas rádios e nas TVs. A época ideal é este mês de janeiro – mês da Conscientização Rotária –, e em 23 de fevereiro, em comemoração ao aniversário do Rotary.
   Isso servirá a dois objetivos: contará a terceiros a história do Rotary, aumentando a conscientização sobre a instituição, e tornará mais fácil o recrutamento de pessoas qualificadas. Quando as pessoas compreenderem a vitalidade do Rotary de hoje e o que estamos realizando no estágio atual, elas nos reconhecerão como somos, na verdade: a mais bem-sucedida, prestigiosa e trabalhadora rede de executivos voluntários que o mundo jamais conheceu.
   O Rotary, hoje, é necessário, como nunca, para a humanidade.
   Estabeleçam a meta, criem o plano e trabalhem-no. Alcancem excelência na produtividade rotária. Afinal de contas, A Humanidade é a Nossa Missão.

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