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Caríssimos
rotarianos e rotarianas,
migos,
iniciamos em 1º de julho um novo ano rotário. Esperanças,
sonhos, promessas de trabalho humanitário, entusiasmo e,
particularmente, cada vez mais a crença em nossa organização
mundial de prestação de serviços voluntários
fazendo com que o Rotary, a cada ano e em todos os dias, se renove
sem perder de vista suas bases históricas e organizacionais,
o que lhe permite manter-se como líder entre instituições
similares do mundo.
Nesta nossa segunda coluna, dentro de suas características
e limites gráficos, nos propomos trazer a vocês os
objetivos principais que o presidente do RI, Wilf Wilkinson, pretende
ver executados neste ano rotário, dentro do seu lema inspirador
Rotary Compartilha. Três foram os objetivos básicos
propostos por ele:
•
A erradicação da poliomielite
• O desenvolvimento do quadro social
• A imagem pública do Rotary
Erradicar a poliomielite é um compromisso
do Rotary para com a humanidade – não de alguns ou
de uns poucos rotarianos, mas de todos – no momento em que
apenas quatro regiões do planeta ainda se acham sob o flagelo
endêmico da doença. Nesta hora, maior deve ser a vontade
e o desejo dos rotarianos em concluir essa tarefa que, para muitos,
parecia insólita e inatingível, mas que para nós,
antes de se tornar uma rotina enfadonha e perigosa, representa um
desafio cada vez mais próximo do sucesso.
Precisaremos de novos recursos e, seguramente,
mais mãos irão juntar-se às nossas neste trabalho,
pois na proporção em que a doença cede seu
espaço, maiores e mais difíceis são os desafios
postos para todos nós. Porém, lembremos que se nossos
netos ficaram livres da paralisia infantil, será a nossa
tenacidade que permitirá aos filhos dos nossos netos um benefício
idêntico. E embora há vários anos o Brasil tenha
certificada a erradicação da poliomielite, é
preciso lembrar que vivemos numa aldeia global, o que exige permanente
atenção – daí o apelo do nosso líder
maior no Rotary.
O Desenvolvimento do Quadro Social é mais
que um desafio: ele representa uma realidade com a qual todos nós
temos que lidar para permitir que cada vez mais e melhores pessoas
incorporem-se ao movimento rotário, compartilhando a magia
do Rotary. Precisamos e devemos crescer em quantidade e em qualidade,
pois este movimento constante vai permitir que continuemos na trilha
vanguardeira e vitoriosa que começamos há mais de
100 anos – e que a todos nós encanta e enche de orgulho.
Mas, num mundo em que os seres humanos, por natureza,
seguem seu ciclo vital, e as dificuldades do cotidiano nos levam
às naturais e inevitáveis perdas, a atenção
ao quadro social é fundamental para que possamos continuar
a prestar serviços na busca da melhoria da qualidade de vida
em nosso planeta e como corolário à obtenção
da paz e da compreensão mundiais.
Assim, amigos, o presidente Wilf Wilkinson nos
conclama para que neste ano compartilhemos o Rotary com tantos outros
que, como nós, vêem na prestação voluntária
de serviços um caminho a ser trilhado, não apenas
como uma realização pessoal mas, principalmente, como
a forma para obtermos uma vida melhor e conquistarmos a verdadeira
paz nas nossas cidades, no nosso país e, de uma forma geral,
em todo o mundo.
A imagem pública do Rotary
é um objetivo importantíssimo para tornarmos nossa
organização conhecida e admirada por suas realizações
em prol da humanidade, especialmente pelas comunidades carentes.
Fazendo esse trabalho com êxito, despertaremos o desejo nas
pessoas de se juntarem a nós.
Já foi dito que a concepção
de que “não acreditamos naquilo que não vemos”
é puramente materialista. Nós não pactuamos
com essa máxima, mas sabemos que ela se torna uma realidade
neste mundo de valores instáveis. Nossa Fundação
Rotária aí está, cada vez mais eficiente na
execução de projetos humanitários e educacionais,
e seu campo de ação não tem limites. O que
nos falta, portanto, é mostrar o que somos, o que fazemos,
e por que estamos aqui.
Finalizo esta mensagem lembrando que é
minha intenção dar destaque aos objetivos do presidente
Wilf, e para tanto conto com os companheiros que se dispuseram a
participar das Comissões Consultivas de Apoio aos Governadores
de Distritos, iniciativa nova mas que, estou certo, em muito facilitará
o trabalho daqueles que têm o bastão da liderança.
Mostremos ao mundo que o Rotary Compartilha.
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