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Tarefa
cumprida
á apenas algumas horas, eu dizia aos participantes do XXVIII
Instituto Rotário do Brasil, em Cuiabá, que cada vez
que pensamos haver vencido uma etapa, também pensamos haver
chegado ao topo da montanha do presente, mas convém não
esquecer e devemos nos regozijar com o fato de que estamos apenas
ao pé da montanha do futuro, segundo a lúcida expressão
do grande presidente Clem Renouf.
A primeira etapa foi satisfatoriamente concluída,
como resultado do trabalho conjunto da direção do
distrito 4440 e particularmente da Zona de Cuiabá, e é
bom que a festejemos.
A Vicente Herculano da Silva, chairman da Comissão
Organizadora, e a todos os seus integrantes, devemos agradecer todo
o tempo e esforço que dedicaram a esse desafio.
Em oportunidades anteriores, afirmei que cada
Instituto deveria ser como uma coluna de exploradores que, avançando
pela mata, se detém e observa o território do alto.
Dessa forma, foram observados e analisados diversos
temas que mereceram a especial consideração do presidente
Carl-Wilhelm Stenhammar para o presente período e de todos
aqueles que configuram as metas e objetivos do primeiro ano deste
nosso segundo século.
Felizmente podemos dizer que foi o trabalho de
muitos, realizado por todos, pois sua convocação permitiu
que dele participasse o maior número de rotarianos, para
quem se organizou um programa que desenvolveu temas diversos e interessantes.
A presença do presidente Carl-Wilhelm Stenhammar;
do curador da Fundação Rotária, Peter Bundgaard;
do diretor do RI, José Antonio Salazar, e dos ex-diretores
do RI Francisco Creo, Mario Antonino, Gerson Gonçalves, José
Alfredo Pretoni, Hipólito Ferreira, Alceu Vezozzo e Luiz
Coelho, da querida Rita, viúva do inesquecível presidente
1990-91 do RI Paulo Viriato Corrêa da Costa, entre outros
companheiros, nos favoreceram com jornadas de motivação
e ensinamentos, absolutamente necessárias aos melhores trabalhos
rotários que nos esperam.
Cuiabá, do dia 1º a 4 de setembro,
se converteu no grande encontro de vizinhos do rotarismo regional,
ao oferecer uma oportunidade motivadora de conviver com irmãos
de todo o mundo e, em especial, da zona convocada, para aprender
e ensinar, trocar experiências, acalentar sonhos e sonhar
com esperanças.
Resumindo, para demonstrar – como demonstramos
– que não apenas falamos como também fazemos,
convencidos de que o Rotary deve ser uma convocação
ao anonimato, onde nossa transcendência se manifeste por nossas
obras e não apenas pelos nossos nomes.
Esta foi a minha primeira experiência como
convocador de um Instituto do Brasil, o que motiva o meu mais sincero
e profundo agradecimento a todos pela ajuda, tolerância e
compreensão que me dispensaram.
O próximo encontro será em Atibaia,
São Paulo, no período de 1º a 3 de setembro de
2006, e a impecável apresentação feita pelos
seus organizadores nos faz antever que deveremos ter um Instituto
ainda melhor do que o recentemente concluído em Cuiabá,
o que não significa, em absoluto, qualquer falta de reconhecimento
a este último.
Muito pelo contrário, é uma esperançosa
manifestação que aquece o desejo de que, se o XXX
Instituto Rotário do Brasil de 2007 for melhor do que os
dois anteriores, estaremos, afortunadamente, começando a
trilhar a senda da superação permanente, que é
a antecipação da excelência. Se assim for –
e tomara que seja – não duvidem que teremos um rotarismo
melhor, mais capacitado e de acordo com os desafios que nos impõem
as cruciais e globalizadoras necessidades do mundo atual.
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