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Carlos Enrique Speroni
(Diretor do RI 2005-07)
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Tarefa cumprida

á apenas algumas horas, eu dizia aos participantes do XXVIII Instituto Rotário do Brasil, em Cuiabá, que cada vez que pensamos haver vencido uma etapa, também pensamos haver chegado ao topo da montanha do presente, mas convém não esquecer e devemos nos regozijar com o fato de que estamos apenas ao pé da montanha do futuro, segundo a lúcida expressão do grande presidente Clem Renouf.
   A primeira etapa foi satisfatoriamente concluída, como resultado do trabalho conjunto da direção do distrito 4440 e particularmente da Zona de Cuiabá, e é bom que a festejemos.
   A Vicente Herculano da Silva, chairman da Comissão Organizadora, e a todos os seus integrantes, devemos agradecer todo o tempo e esforço que dedicaram a esse desafio.
   Em oportunidades anteriores, afirmei que cada Instituto deveria ser como uma coluna de exploradores que, avançando pela mata, se detém e observa o território do alto.
   Dessa forma, foram observados e analisados diversos temas que mereceram a especial consideração do presidente Carl-Wilhelm Stenhammar para o presente período e de todos aqueles que configuram as metas e objetivos do primeiro ano deste nosso segundo século.
   Felizmente podemos dizer que foi o trabalho de muitos, realizado por todos, pois sua convocação permitiu que dele participasse o maior número de rotarianos, para quem se organizou um programa que desenvolveu temas diversos e interessantes.
   A presença do presidente Carl-Wilhelm Stenhammar; do curador da Fundação Rotária, Peter Bundgaard; do diretor do RI, José Antonio Salazar, e dos ex-diretores do RI Francisco Creo, Mario Antonino, Gerson Gonçalves, José Alfredo Pretoni, Hipólito Ferreira, Alceu Vezozzo e Luiz Coelho, da querida Rita, viúva do inesquecível presidente 1990-91 do RI Paulo Viriato Corrêa da Costa, entre outros companheiros, nos favoreceram com jornadas de motivação e ensinamentos, absolutamente necessárias aos melhores trabalhos rotários que nos esperam.
   Cuiabá, do dia 1º a 4 de setembro, se converteu no grande encontro de vizinhos do rotarismo regional, ao oferecer uma oportunidade motivadora de conviver com irmãos de todo o mundo e, em especial, da zona convocada, para aprender e ensinar, trocar experiências, acalentar sonhos e sonhar com esperanças.
   Resumindo, para demonstrar – como demonstramos – que não apenas falamos como também fazemos, convencidos de que o Rotary deve ser uma convocação ao anonimato, onde nossa transcendência se manifeste por nossas obras e não apenas pelos nossos nomes.
   Esta foi a minha primeira experiência como convocador de um Instituto do Brasil, o que motiva o meu mais sincero e profundo agradecimento a todos pela ajuda, tolerância e compreensão que me dispensaram.
   O próximo encontro será em Atibaia, São Paulo, no período de 1º a 3 de setembro de 2006, e a impecável apresentação feita pelos seus organizadores nos faz antever que deveremos ter um Instituto ainda melhor do que o recentemente concluído em Cuiabá, o que não significa, em absoluto, qualquer falta de reconhecimento a este último.
   Muito pelo contrário, é uma esperançosa manifestação que aquece o desejo de que, se o XXX Instituto Rotário do Brasil de 2007 for melhor do que os dois anteriores, estaremos, afortunadamente, começando a trilhar a senda da superação permanente, que é a antecipação da excelência. Se assim for – e tomara que seja – não duvidem que teremos um rotarismo melhor, mais capacitado e de acordo com os desafios que nos impõem as cruciais e globalizadoras necessidades do mundo atual.


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