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todas as biografias de Paul Harris e nos relatos sobre a fundação
do Rotary, aparecem – sempre em relevo – o companheirismo
e as relações profissionais, ressaltando o fato de que
ambos são indispensáveis para que se alcance um bom resultado
nas ações que visam o bem-estar das comunidades às
quais servimos.
Diante do êxito de nossa organização
em seu primeiro centenário de vida, chegamos à conclusão
de que o ideal expresso inicialmente foi correto, pois hoje a instituição
reúne mais de 1,2 milhão de seguidores. São homens
e mulheres que, dentro de um sadio companheirismo e na troca de experiências
acumuladas em suas respectivas profissões, dedicam-se a fazer
com que a humanidade seja uma só, destacando o bem-querer como
o modus vivendi. Homem de larga visão e elevado espírito
comunitário, Paul Harris viu no companheirismo a chave para estreitar
o melhor entendimento entre os homens, irmãos que somos de Quem
nos criou.
Tudo isso ocorreu em Chicago, à época
uma cidade fria onde cada um vivia por si e para si, sem a preocupação
de estabelecer um vínculo de amizade. Com a iniciativa do fundador
do Rotary, os profissionais começaram a se interessar uns pelos
outros, estabeleceram novas amizades e passaram a se servir mutuamente,
proporcionando uma reforma nos costumes da cidade.
Toda vez que celebramos os Serviços Profissionais,
é bom lembrarmos que tudo isso foi conquistado com a prática
da ética e do nosso lema rotário: Dar de Si Antes De Pensar
em Si.
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