Exemplo para o mundo rotário
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Giay: O mundo precisa da Fundação Rotária |
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A segunda palestra da tarde A missão educativa da Fundação de Rotarianos de São Paulo foi proferida pelo presidente dessa instituição, o EGD Eduardo de Barros Pimentel. Ele disse que a Fundação optou pela Educação desde 1946, quando foi criada por vinte rotarianos, com doações em dinheiro, imóveis e muito trabalho. Hoje, temos centenas de professores, funcionários e voluntários, sempre buscando a melhoria da qualidade do ensino e transmitindo aos alunos informações e conceitos voltados à formação do caráter dos jovens, incutindo valores fundamentais à existência em sociedade.
Pimentel fez exibir um vídeo que mostra as muitas realizações da Fundação em sua sede, na Av. Higienópolis, onde funciona o Colégio Rio Branco, e no complexo da Granja Viana, em Cotia, onde, além do Colégio Rio Branco, estão: O Centro de Ensino Profissionalizante Rotary, que oferece curso grátis de capacitação básica para o trabalho a jovens de famílias de baixa renda, cursando escola pública da região. O Cepro forma 5 mil alunos todos os anos; a Escola Especial para Crianças Surdas, que ministra educação infantil até a 4ª série do ensino fundamental, habilitando os menores, todos de famílias pobres, ao ingresso em unidades regulares de educação, quando são acompanhados por intérpretes da língua de sinais da Fundação; o Instituto de Tecnologia Avançada, para docentes e pós-graduados, graduados e executivos de todas as áreas; o Mutirão Digital, que em parceria com órgãos do governo e empresas privadas, está colocando computadores com acesso à Internet nas escolas da rede pública e as Faculdades Integradas Rio Branco, antes Domus. Pimentel afirmou: Não há vocação mais condizente com o espírito do Rotary do que a do professor. Ele prosseguiu anunciando: Em breve teremos a Universidade Rio Branco. Para tanto, estamos alugando, porém com opção de compra, uma área de 24 mil m2, no centro da cidade de São Paulo. O patrimônio, hoje, da Fundação é de US$100 milhões. Concluindo, disse Pimentel: A Fundação de Rotarianos de São Paulo é a fundação de todos vocês.
Terceira palestra
Uma Visão geral da Secretaria do RI, a cargo de Edwin Futa, secretário-geral do Rotary International, foi a palestra que encerrou o ciclo da tarde. O companheiro Ed Futa declarou que a secretaria Está enfrentando alguns problemas e que é seu desejo Solucioná-los com a participação dos rotarianos. Falou de Uma parceria eficaz, que funcione. Nesse período de preocupações globais com as finanças, é muito importante que a secretaria funcione no melhor nível financeiro possível para que possamos manter os custos do Rotary baixos. A equação nunca funciona quando os custos aumentam e a renda permanece igual. O presidente King nos disse que não devemos aumentar as cotas dos rotarianos mas, sim, aumentar o número de rotarianos, declarou.
Prosseguiu: Devemos utilizar mais a tecnologia, a Informática? Há um conceito de que se utilizarmos mais tecnologia, necessitaremos de menos gente. Nós, na secretaria, devemos estar mais voltados para o fator humano do que para as máquinas. Se usarmos a tecnologia para nos tornarmos mais eficientes, isso fará com que os nossos funcionários passem menos tempo diante das telas dos computadores e, portanto, disponham de mais tempo para trabalhar com os rotarianos. É assim que eu vejo, pois o serviço ao cliente, o rotariano, tem que ser uma prioridade da secretaria, concluiu.
Terceira sessão plenária
Teve lugar no sábado, dia 8, sendo instalada pelo convocador do Instituto, Alceu Vezozzo.
O primeiro orador foi o grande amigo do inesquecível Paulo Viriato Corrêa da Costa e dos rotarianos brasileiros, Luis Vicente Giay, presidente 1996-97 do RI e atual chairman do Conselho de Curadores da Fundação Rotária.
Tendo com tema Perspectivas futuras da Fundação Rotária do RI, Giay iniciou a sua palestra dizendo que O futuro da FR depende do Rotary International e o futuro do RI depende da Fundação Rotária. Levantou premissas, entre elas, a do cumprimento do Compromisso Global do Rotay; a da erradicação total da poliomielite no mundo, salientando que somente o governo dos EUA fez doações maiores que o Rotary para esse fim e a imperiosa necessidade de mudança no Share, pois todos os recursos disponíveis já foram utilizados.
O que faremos perto de 2005, quando acabar a Polio Plus?, perguntou. E respondeu: Provavelmente iremos direcionar os nossos esforços para a área da Educação. Depois do centenário do Rotary, seguramente haverá uma grande conscientização e se nós analisarmos bem, todos os nossos programas nos levam a um megaprograma. E um megaprograma significa que nós poderemos beneficiar milhares de pessoas ao mesmo tempo, como ocorre com o 3H. Depois de 2005, nós vamos viver um momento histórico, porque o Fundo Permanente terá mais de US$1 bilhão, proporcionando uma renda de US$200 milhões por ano, previu Giay. Ao encerrar sua palestra afirmou: O mundo precisa do Rotary e quando o mundo precisa do Rotary, o mundo também precisa da Fundação Rotária. Vamos continuar contribuindo para a Fundação Rotária.
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mais: Balanço da Polio Plus, Encerramento.
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