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dos objetivos pretendidos pelo presidente do RI Jonathan Majiyagbe ao
criar a Comissão da Família Rotária – e que
começa a ser atingido – foi incentivar as mulheres dos
rotarianos a entrarem para a nossa organização, olhando-as
como candidatas em potencial a uma vaga nos clubes.
De fato, as duplas de rotarianos formadas por marido
e mulher têm se tornado cada vez mais comuns. Pertencendo ao mesmo
clube ou não, os dois têm a relação enriquecida
pela experiência compartilhada de Dar de Si Antes de Pensar em
Si.
Desde 1989, quando o Rotary passou a admitir oficialmente
representantes do sexo feminino, a mulher geralmente torna-se sócia
de um clube depois do marido. Mas no caso de Carol e Jack aconteceu
o contrário.
Tradição
familiar
Carol Armstrong, filha e neta de rotarianos engajados,
diz que “foi criada para ajudar as pessoas”. Incentivada
pelo pai, Howard P. Montague, ela decidiu ingressar no clube dele, o
RC de Philmont, Nova York, EUA – unidade rotária que o
avô dela, William Montague, ajudara a fundar em 1956.
O convite foi aceito por Carol em 1991. Jack, o marido
dela, logo se revelou um ativo colaborador, assumindo um papel-chave
na organização do torneio de golfe realizado anualmente
em benefício da Fundação Rotária –
o que o levou a ser o maior arrecadador de fundos do clube. Há
quatro anos, assim que a aposentadoria proporcionou-lhe mais tempo livre,
Jack também se tornou um rotariano. O casal declara-se muito
satisfeito.
“Estamos sempre ocupados e trabalhando juntos”,
ele diz. “E isto nos dá a oportunidade de despender o nosso
tempo em conjunto, empregando-o em atividades que normalmente não
desenvolveríamos”.
“Jack estava sempre nos ajudando. Então,
um dia eu lhe perguntei: ‘Por que você não se torna
logo um rotariano?”, recorda Carol. “O Rotary representa
grande parte das nossas vidas. Nós coordenamos em conjunto o
torneio de golfe, somos Companheiros Paul Harris e temos 100% de freqüência”.
Para manter inalterada a tradição familiar,
Carol Armstrong adianta que suas irmãs, Paula Currie e Phyllis
Harris, também são rotarianas em Nova York. Paula pertence
ao RC de Cortland; e Phyllis, ao RC de Oneida.
A
ênfase do presidente
Não é surpresa que Carol Armstrong louve
a ênfase dada à família pelo presidente do RI. Majiyagbe
exorta os clubes e distritos a admitir mulheres e filhos de rotarianos,
assim como as viúvas dos companheiros falecidos, de maneira a
fazê-los participar das atividades promovidas pelos RCs. Todos
também são estimulados pelo presidente a Dar a Mão
a sócios e familiares quando necessário. De acordo com
Majiyagbe, à medida que os clubes se tornarem mais voltados às
amizades e às famílias, será mais fácil
reter os sócios atuais, recrutar os novos e “estreitar
o espírito comunitário em todo o mundo”. O estabelecimento
de uma comissão da Família Rotária é solicitado
a cada governador de distrito e aos clubes como requisito ao recebimento
da Citação Presidencial 2003-04.
Para informações adicionais, visite
www.rotary.org e clique no link Presidente do RI.
Duas vezes presidente de seu clube, Carol Armstrong
observa que seus companheiros do RC de Philmont tiveram dois anos para
absorver a idéia da Família Rotária. “Quando
fui presidente pela primeira vez, em 2001-02, falei brevemente durante
a minha posse, mas disse exatamente que este clube era uma família”,
ela lembra. “Nós mantemos essa espécie de laço
familiar”.
Carol acrescenta que esse seu tema presidencial voltado
à família também encerrava uma componente na forma
de um projeto – agora anual – chamado “Adote uma Família”.
Através dele, o clube ajuda uma família necessitada durante
um ano inteiro. Os sócios compram alimentos, presentes de aniversário
e material escolar para as crianças, obtêm descontos para
a família junto a comerciantes locais e asseguram-se de que seus
membros estejam passando um ano agradável.
“Essa tem sido uma das melhores experiências
de toda a minha vida”, afirma Carol ao falar sobre o projeto.
“No nosso clube, o conceito de família é seguido
literalmente”.
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